Notícia

TJ-SP

TJ-SP: edital para escrevente em março

TJ-SP
Após o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador Paulo Dimas de Bellis Mascaretti anunciar concurso para escrevente técnico judiciário para a 1ª Região Administrativa (Capital e Grande São Paulo), mais um passo foi dado para a abertura da seleção. No último dia 13 o TJ-SP  convocou os últimos aprovados do concurso da 1ª Região, totalizando 1.789 chamados. Com a nova lista, já não resta mais cadastro de reserva válido, o que indica que as contratações do próximo concurso devem ser realizadas imediatamente após a homologação.
 
Paulo Dimas informou no início do mês que o no edital deve ser publicado em março, com isso a expectativa é que a prova objetiva aconteça ainda no 1º semestre. O presidente ainda salientou que um novo concurso para as comarcas da 2ª a 10ª Região Administrativa (litoral e interior) será realizado após o fim da validade ou das listas de aprovados. “À medida que os concursos forem esgotando a possibilidade de recrutamento nós vamos fazer novos concursos para trazer novos servidores”. completou.
 
A carreira proporciona vencimentos iniciais de R$5.697,16, já com o salário de R$4.473,16, o auxílio-alimentação de R$42 por dia (R$924 na média de 22 dias) e auxílio-saúde de R$300. Os servidores ainda contam com auxílio-transporte. No último concurso os candidatos foram submetidos à prova objetiva de caráter eliminatório e classificatório e prova prática de digitação, de caráter eliminatório.
O concurso da primeira região foi iniciado em 2014 e tem validade somente até o mês de maio deste ano, sem possibilidade de prorrogação. Organizada pela Fundação Vunesp, a seleção contou com um total de 142.360 inscritos, para uma oferta de 471 vagas iniciais. Já para o interior foram 345 vagas iniciais, para um total de 179 mil inscritos.
 
Os candidatos foram submetidos à prova objetiva de caráter eliminatório e classificatório e prova prática de digitação, de caráter eliminatório.
 
judiciário. O primeiro projeto está pronto para votação, enquanto o segundo, enviado em dezembro, ainda tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Redação. Vale lembrar que o número de cargos vagos não representa uma possível número de vagas iniciais a serem oferecidas no próximo concurso, uma vez que as contratações dependem do orçamento disponível. Mas, por sua vez, o número abre possibilidade para um grande número de contratações durante o prazo de validade.
 
Fonte: Folha Dirigida